segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Da dedicatória


O novo livro são as lições, com subsídios para a história da colonialística lusíada e comparada, que, no âmbito da ciência da política, gostaria de ter proferido, naquilo que foram as várias tentativas públicas de uma universidade colonial, procurando, frustradamente, um novo Portugal, fora do Portugal velho, ao ritmo do balanço da expansão europeia no mundo, sobretudo em África. Porque, no princípio era o mar (1980), sempre procurei a pátria prometida (1983) e, na raiz do mais além (1992), concluí pela “sphera, spera, sperança” (2001), sempre “sobre o tempo que passa” (2011), utilizando, agora os títulos dos cinco livros de poesia que publiquei. A poesia será sempre mais verdadeira do que a história e as esforçadas ciência sociais. Portugal, também.