sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Homenagem a um dos fundadores da negritude



Peço desculpa por escrever sobre a Escola Colonial, sem obedecer ao hierarquismo oficioso dos discursos ditos comemorativos. Embora possa errar, tento a abordar o tabu, conforme a liberdade académica. E não parece que volte a ser disciplinarmente processado por falta de respeito à instituição. Eu faço parte da instituição, reconheço a ideia de obra, manifesto ideias de comunhão e não alinho na literatura de justificação de passadas personalizações do poder. Na imagem, um antigo conferencista na nossa escola, num texto sobre “O Humanismo da União Francesa”.